{"id":283,"date":"2021-01-26T22:41:49","date_gmt":"2021-01-26T22:41:49","guid":{"rendered":"https:\/\/eko-kya.net\/blog\/?p=283"},"modified":"2022-10-25T18:53:42","modified_gmt":"2022-10-25T18:53:42","slug":"especie-do-mes-abelhas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/eko-kya.net\/blog\/especie-do-mes-abelhas\/","title":{"rendered":"Abelhas"},"content":{"rendered":"<div class=\"breadcrumbs \" typeof=\"BreadcrumbList\" vocab=\"https:\/\/schema.org\/\"><span property=\"itemListElement\" typeof=\"ListItem\"><a property=\"item\" typeof=\"WebPage\" title=\"Go to Blog Eko-Kya.\" href=\"https:\/\/eko-kya.net\/blog\" class=\"home\" aria-current=\"page\"><span property=\"name\">Blog Eko-Kya<\/span><\/a><meta property=\"position\" content=\"1\"><\/span><\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Elas s\u00e3o a maioria entre os <a href=\"https:\/\/eko-kya.net\/pt\/relacoes-mutualismo.html#polinizacao_dispersao\">animais polinizadores<\/a> que garantem a reprodu\u00e7\u00e3o de 70% de todas as plantas do mundo<sup>1<\/sup>. <\/h3>\n\n\n\n<p class=\"mt-3\">Assim como eles, dependem das flores para se nutrir e, algumas, tamb\u00e9m produzem um alimento muito doce, completo e com efeitos medicinais. Podem gerar um certo temor quando as temos por perto, porque a sua defesa \u00e9 um ato final para elas e uma picada dolorosa para n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o t\u00e3o importantes que come\u00e7am a ter prote\u00e7\u00e3o legal nalguns pa\u00edses, al\u00e9m de estimular outras formas de fazer os cultivos. E at\u00e9 j\u00e1 se plantam jardins especiais, para que a\u00ed se alimentem, em cidades como Londres e Paris.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-style-default. img-fluid\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"397\" height=\"206\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Bzzzzzzz-1.png?resize=397%2C206&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-756\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Bzzzzzzz-1.png?w=397&amp;ssl=1 397w, https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Bzzzzzzz-1.png?resize=300%2C156&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"(max-width: 397px) 100vw, 397px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"mt-5 wp-block-heading\">Em que lugares do mundo vivem?<\/h4>\n\n\n\n<p>As abelhas vivem em todos os continentes do mundo, exceto na Ant\u00e1rtida<sup>2<\/sup>. Podem ser encontradas desde do n\u00edvel do mar at\u00e9 \u00e0s mais altas montanhas. Algumas esp\u00e9cies de abelh\u00f5es do g\u00e9nero <em>Bombus<\/em> podem viver a 5.600 m de altitude e foram encontrados exemplares que podem chegar a voar a 9.000 m<sup>3<\/sup>. As abelhas do mel (<em>Apis<\/em> spp.), n\u00e3o hibernam e podem sobreviver a temperaturas m\u00e1ximas de mais de 50\u00baC<sup>4<\/sup> e m\u00ednimas de &#8211; 80\u00baC (por algumas horas)<sup>5<\/sup>, porque conseguem manter uma temperatura est\u00e1vel dentro das colmeias (entre 32 e 36\u00baC)<sup>6<\/sup>.&nbsp; Se est\u00e3o fora da colmeia podem entrar em coma a 9\u00baC e morrem entre -2 e -6\u00baC.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns mt-5 is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-1 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<div class=\"wp-block-image is-style-default\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"420\" height=\"320\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/especie_do_mes_abelha_mamangava_thumb.jpg?resize=420%2C320&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-787\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/especie_do_mes_abelha_mamangava_thumb.jpg?w=420&amp;ssl=1 420w, https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/especie_do_mes_abelha_mamangava_thumb.jpg?resize=300%2C229&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"(max-width: 420px) 100vw, 420px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><figcaption>Flor de maracujazeiro com uma mamangava e abelhas do mel (<em>Apis mellifera<\/em>). Todas recolhem mel e p\u00f3len, mas s\u00f3 as abelhas grandes \u00e9 que polinizam estas flores de forma eficiente. Imagem \u00a9 Maiza Felipe Saffioti<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Onde se podem ver \/ encontrar?<\/h4>\n\n\n\n<p>Podemos encontrar abelhas em todos os ambientes que tenham plantas com flores, incluindo os desertos. Cada abelha \u00e9 tamb\u00e9m um pequeno ecossistema. Todas as abelhas t\u00eam microbiota, ou flora intestinal, formada no caso dos abelh\u00f5es (<em>Bombus<\/em> spp.) por diferentes esp\u00e9cies de bact\u00e9rias e fungos dependendo dos ambientes onde vivem<sup>7<\/sup>. As abelhas do mel, <em>Apis<\/em> spp., t\u00eam 8 a 10 esp\u00e9cies de bact\u00e9rias e essas esp\u00e9cies variam dependendo da \u00e9poca do ano<sup>8<\/sup>. A maioria das abelhas \u00e9 diurna, com hor\u00e1rios de atividade em fun\u00e7\u00e3o dos per\u00edodos de abertura das flores onde recolhem alimentos. Por\u00e9m, algumas esp\u00e9cies est\u00e3o adaptadas a condi\u00e7\u00f5es de pouca luz e vivem principalmente em florestas tropicais, podendo ocorrer tamb\u00e9m em zonas subtropicais, temperadas e \u00e1ridas. Recentemente foram estudadas esp\u00e9cies de abelhas com h\u00e1bitos crepusculares e noturnos, na floresta tropical de Daintree, na Austr\u00e1lia<sup>9<\/sup>.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"mt-5 wp-block-heading\">Onde h\u00e1 mais esp\u00e9cies e como est\u00e3o distribu\u00eddas no mundo?<\/h4>\n\n\n\n<p>Recentemente v\u00e1rios cientistas mapearam todas as esp\u00e9cies de abelhas e descobriram que elas distribuem-se no mundo com uns padr\u00f5es bem definidos: contrariando a tend\u00eancia da maioria de plantas e animais, h\u00e1 mais esp\u00e9cies de abelhas nas latitudes m\u00e9dias do planeta, nos ambientes secos e temperados, do que nas regi\u00f5es equatoriais e tropicais. Tamb\u00e9m existe maior diversidade de abelhas em desertos e ambientes onde h\u00e1 plantas mais baixas com flores, do que nas florestas<sup>10<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns are-vertically-aligned-center mt-5 is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-2 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-vertically-aligned-center is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images.unsplash.com\/photo-1490750967868-88aa4486c946?ixid=MXwxMjA3fDB8MHxwaG90by1wYWdlfHx8fGVufDB8fHw%3D&amp;ixlib=rb-1.2.1&amp;auto=format&amp;fit=crop&amp;w=1050&amp;q=80\" alt=\"\"\/><figcaption>Imagem&nbsp;<a rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\" href=\"https:\/\/unsplash.com\/@monstercritic?utm_source=unsplash&amp;utm_medium=referral&amp;utm_content=creditCopyText\" target=\"_blank\">Sergey Shmidt<\/a><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-vertically-aligned-center is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h5 class=\"has-luminous-vivid-orange-color has-text-color wp-block-heading\">As abelhas do mel (<em>Apis<\/em> spp.) visitam mais de 4 milh\u00f5es de flores para produzir 1 kg de mel<sup>25<\/sup><\/h5>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-background has-cyan-bluish-gray-background-color has-cyan-bluish-gray-color is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<h5 class=\"has-luminous-vivid-orange-color has-text-color wp-block-heading\">O mel \u00e9 um alimento muito nutritivo mas perde qualidade se for aquecido a mais de 40\u00baC.<\/h5>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"mt-5 wp-block-heading\">Quais os seus tamanhos e formas?<\/h4>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"750\" height=\"392\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/cbolt_01242019_DSC3874_composite_2_lowres-1-e1553875089754-1.jpg?resize=750%2C392&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-811\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/cbolt_01242019_DSC3874_composite_2_lowres-1-e1553875089754-1.jpg?w=750&amp;ssl=1 750w, https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/cbolt_01242019_DSC3874_composite_2_lowres-1-e1553875089754-1.jpg?resize=300%2C157&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><figcaption>Uma das primeiras imagens de uma abelha gigante de Wallace viva. <em>Megachile pluto<\/em>, \u00e9  aproximadamente 4 vezes maior do que uma abelha europeia. Imagem Clay Bolt.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A esp\u00e9cie mais pequena \u00e9 a <em>Perdita minima<\/em>, tem menos de 2 mm, \u00e9 solit\u00e1ria e vive no deserto de Sonora (EUA)<sup>11<\/sup>. A maior \u00e9 a <em>Megachile pluto<\/em>, chegando a medir 6 cm (do tamanho do polegar de um adulto) e foi encontrada numa ilha pouco explorada da Indon\u00e9sia, no arquip\u00e9lago das Molucas do Norte<sup>12<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"mt-5 wp-block-heading\">Quantas esp\u00e9cies h\u00e1 e como surgiram?<\/h4>\n\n\n\n<p>Existem mais de 20.000 esp\u00e9cies de abelhas conhecidas no mundo, das quais 1.100 se encontram na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica<sup>13<\/sup>. As abelhas surgiram h\u00e1 uns 100 milh\u00f5es de anos, com o aparecimento das primeiras plantas que produziram flores (Angiospermas)<sup>14<\/sup>. Diferenciaram-se das vespas e passaram a alimentar-se de p\u00f3len, n\u00e9ctar e \u00f3leos florais<sup>15<\/sup>. O f\u00f3ssil mais antigo encontrado at\u00e9 \u00e0 data tem 74 milh\u00f5es de anos e \u00e9 da abelha <em>Trigona prisca<\/em><sup>16<\/sup>, uma esp\u00e9cie extinta. H\u00e1 500 esp\u00e9cies de abelhas que n\u00e3o t\u00eam ferr\u00e3o. Vivem nas Am\u00e9ricas, \u00c1frica e Oce\u00e2nia<sup>17<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"mt-5 wp-block-heading\">Que tipo de rela\u00e7\u00f5es t\u00eam com outras esp\u00e9cies.<\/h4>\n\n\n\n<p>As abelhas t\u00eam rela\u00e7\u00f5es de mutualismo com as plantas que lhes proporcionam n\u00e9ctar (cont\u00e9m a\u00e7\u00facares), p\u00f3len (cont\u00e9m prote\u00ednas), resinas e \u00f3leos florais, retribuindo-lhes com a poliniza\u00e7\u00e3o das suas flores. Como indicado acima, t\u00eam rela\u00e7\u00f5es simbi\u00f3ticas com bact\u00e9rias e fungos, e as esp\u00e9cies que as abelhas t\u00eam desses microrganismos podem depender dos ambientes onde vivem, ou variar ao longo do ano, em fun\u00e7\u00e3o das flores dispon\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as abelhas, h\u00e1 uma grande diversidade de formas de vida, que vai de esp\u00e9cies solit\u00e1rias (a maioria, mais de 75%)<sup>18<\/sup>, a outras que se organizam em col\u00f3nias numerosas e muito estruturadas (cerca de 10%). Entre estas \u00faltimas, encontramos as 11 esp\u00e9cies que fazem colmeias, produzem muito mel e podem picar, al\u00e9m de cerca de 500 esp\u00e9cies de abelhas sem ferr\u00e3o que vivem em regi\u00f5es tropicais e produzem um tipo de mel mais l\u00edquido<sup>19<\/sup>. A \u00fanica esp\u00e9cie de abelha domesticada \u00e9 a <em>Apis mellifera, <\/em>que conhecemos como abelha do mel<em>.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Existem tamb\u00e9m algumas abelhas chamadas cleptoparasitas, que usam os ninhos e alimentos de outras 13%). As abelhas t\u00eam predadores (aves insect\u00edvoras, vespas, lib\u00e9lulas, entre outros) e parasitas (alguns \u00e1caros, bact\u00e9rias e fungos).<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns are-vertically-aligned-center mt-5 is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-3 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-vertically-aligned-center is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-medium is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"300\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha_sting.jpg?resize=300%2C300&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-616\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha_sting.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha_sting.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha_sting.jpg?w=480&amp;ssl=1 480w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><figcaption>Imagem&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.pexels.com\/@hebert-santos-1346254?utm_content=attributionCopyText&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=pexels\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hebert Santos<\/a><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-vertically-aligned-center is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h5 class=\"has-luminous-vivid-orange-color has-text-color wp-block-heading\">Os machos das abelhas do mel n\u00e3o t\u00eam ferr\u00e3o. S\u00f3 as f\u00eameas picam.&nbsp;<\/h5>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-background has-cyan-bluish-gray-background-color has-cyan-bluish-gray-color is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<h5 class=\"has-luminous-vivid-orange-color has-text-color wp-block-heading\">O ferr\u00e3o \u00e9 uma estrutura que tem farpas, est\u00e1 conectado \u00e0 parte final do abd\u00f3men da abelha e fica preso quando ela pica como defesa. Ao tentar retir\u00e1-lo, o intestino rompe-se e ela morre.<\/h5>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:60px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Amea\u00e7as e medidas de conserva\u00e7\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"mt-5 wp-block-heading\">O decl\u00ednio e as medidas de conserva\u00e7\u00e3o das abelhas<\/h4>\n\n\n\n<p>O alarme geral foi dado em 2007<sup>20<\/sup>, quando se publicou na Am\u00e9rica do Norte uma avalia\u00e7\u00e3o sobre o decl\u00ednio dos polinizadores e os seus impactos na agricultura. Os resultados evidenciaram o chamado s\u00edndrome de desaparecimento das abelhas, com uma diminui\u00e7\u00e3o anual de 30% do n\u00famero de abelhas&nbsp; do mel (<em>Apis mellifera<\/em>)<sup>21<\/sup>, que \u00e9 a esp\u00e9cie mais conhecida e espalhada no mundo. Sete anos mais tarde foi a vez de avaliar o estado das abelhas na Europa. Mais de metade das esp\u00e9cies europeias n\u00e3o p\u00f4de ser avaliada por falta de dados. Entre a outra metade das esp\u00e9cies, cerca de 25%, est\u00e3o em decl\u00ednio<sup>22<\/sup>. A partir destes resultados v\u00e1rios pa\u00edses europeus come\u00e7aram a implementar programas de prote\u00e7\u00e3o para a conserva\u00e7\u00e3o das abelhas, sobretudo nas \u00e1reas agr\u00edcolas. Afinal, trata-se de um desafio estrat\u00e9gico global que nos afeta a todos: a maioridade dos frutos, vegetais e sementes que proporcionam alimentos, fibras, rem\u00e9dios e combust\u00edvel, dependem de animais para a sua poliniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"498\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha_hotel-1.jpg?resize=1024%2C498&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-792\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha_hotel-1.jpg?resize=1024%2C498&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha_hotel-1.jpg?resize=300%2C146&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha_hotel-1.jpg?resize=768%2C374&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha_hotel-1.jpg?resize=1536%2C747&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha_hotel-1.jpg?w=1860&amp;ssl=1 1860w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><figcaption>Hotel de insetos em Lambeth Parks, Londres. Imagem Eko-Kya<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Como ajud\u00e1-las:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Plantar jardins, canteiros, margens de caminhos e cultivos com diversidade de plantas nativas com flores. As abelhas usam espa\u00e7os pequenos e, se o conjunto dessas plantas for tendo sempre flores ao longo da primavera e do ver\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel a conserva\u00e7\u00e3o de popula\u00e7\u00f5es saud\u00e1veis.&nbsp;<\/li><li>Criar zonas de nidifica\u00e7\u00e3o e proporcionar alguns pontos de \u00e1gua. As abelhas solit\u00e1rias fazem os ninhos em pequenos orif\u00edcios no ch\u00e3o e em troncos. Os chamados hot\u00e9is de insetos s\u00e3o um bom recurso para elas.<\/li><li>Regular e reduzir o uso de pesticidas<\/li><li>Evitar esp\u00e9cies ex\u00f3ticas, porque muitas vezes com elas chegam outros organismos que podem gerar doen\u00e7as e outras amea\u00e7as para as esp\u00e9cies locais.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"mt-5 wp-block-heading\">Como nos podemos relacionar melhor com elas<sup>23<\/sup>?<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images.unsplash.com\/photo-1589990923645-5e77a0c3478a?ixid=MXwxMjA3fDB8MHxwaG90by1wYWdlfHx8fGVufDB8fHw%3D&amp;ixlib=rb-1.2.1&amp;auto=format&amp;fit=crop&amp;w=1351&amp;q=80\" alt=\"\"\/><figcaption>Imagem&nbsp;<a href=\"https:\/\/unsplash.com\/@annikat?utm_source=unsplash&amp;utm_medium=referral&amp;utm_content=creditCopyText\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Anni Kat<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"mt-3 wp-block-heading\">Em espa\u00e7os naturais, jardins e hortas<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Evitar:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Movimentos bruscos e suores frios. Ambos p\u00f5em em alerta e acionam os mecanismos de defesa de abelhas e vespas. Manter a calma \u00e9 a melhor prote\u00e7\u00e3o.<\/li><li>Soprar para afugent\u00e1-las. O di\u00f3xido de carbono que expulsamos na nossa expira\u00e7\u00e3o provoca alarme e desencadeia comportamentos de defesa.<\/li><li>Deitar-se num relvado ou prado se levar roupas de cores, e\/ou tiver usado subst\u00e2ncias perfumadas (champ\u00f4, gel, hidratantes, cremes, sabonetes, perfumes, etc.). Elas aproximam-se para investigar uma poss\u00edvel fonte de alimento. <\/li><li>Andar sem cal\u00e7ado num prado de flores onde estejam abelhas, abelh\u00f5es e vespas.<\/li><li>Estar perto de ninhos de abelhas e vespas. Conv\u00e9m manter-se a uma dist\u00e2ncia prudente de 3 m no m\u00ednimo.<\/li><li>Obstruir as rotas de voo dos animais. Evite ficar em frente da entrada dos ninhos, mesmo que esteja a uma certa dist\u00e2ncia delas.&nbsp; Se os quiser observar, situe-se a um dos lados da entrada.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns are-vertically-aligned-center mt-5 is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-4 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-vertically-aligned-center is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"930\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha_solitaire.jpg?resize=1024%2C930&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-794\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha_solitaire.jpg?resize=1024%2C930&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha_solitaire.jpg?resize=300%2C273&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha_solitaire.jpg?resize=768%2C698&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha_solitaire.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><figcaption>A maioria das esp\u00e9cies de abelhas s\u00e3o solit\u00e1rias, mas quase impercept\u00edveis como esta pequena abelha que recolhe p\u00f3len numa flor de urucum. <br>Imagem&nbsp;\u00a9Marilda Cortopassi-Laurino<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-vertically-aligned-center is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h5 class=\"has-luminous-vivid-orange-color has-text-color wp-block-heading\">Mais de 75% das abelhas s\u00e3o solit\u00e1rias. S\u00e3o discretas e pouco conhecidas. Muitas delas vivem em desertos<sup>24<\/sup><\/h5>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-background has-cyan-bluish-gray-background-color has-cyan-bluish-gray-color is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<h5 class=\"has-luminous-vivid-orange-color has-text-color wp-block-heading\">H\u00e1 esp\u00e9cies de abelh\u00f5es (<em>Bombus<\/em> spp.) que cultivam fungos nos seus ninhos.<\/h5>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><strong>Conv\u00e9m<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Recolher a fruta no momento em que estiver madura ou quase. Retirar as frutas que estiverem no ch\u00e3o. As vespas t\u00eam prefer\u00eancia por elas.<\/li><li>Colocar redes mosquiteiras nas portas e janelas. Al\u00e9m de evitar a entrada de abelhas e vespas, tamb\u00e9m impedem o acesso de mosquitos. As vespas regressam aos ninhos ao anoitecer e guiam-se pelas fontes de luz.<\/li><li>Em piqueniques para desviar a aten\u00e7\u00e3o das vespas e abelhas da sua mesa, prepare um lugar alternativo a uns 5 a 10 metros de dist\u00e2ncia para que a\u00ed se alimentem. Pode colocar uvas maduras ou outras frutas que tamb\u00e9m tenham um alto conte\u00fado de a\u00e7\u00facar.<\/li><li>Tapar os recipientes com bebidas adocicadas e n\u00e3o beber diretamente de latas e garrafas, prefira colocar a bebida num copo ou usar uma palhinha (preferentemente reutiliz\u00e1vel).<\/li><li>Se detectar ninhos de abelhas ou vespas em edif\u00edcios contacte os bombeiros ou associa\u00e7\u00f5es<\/li><li>Se encontrar uma abelha no ch\u00e3o, sobretudo em dias quentes, ela dever\u00e1 estar exausta ou desidratada. Pode ajud\u00e1-la pondo-lhe algumas gotas de \u00e1gua ou mel perto da boca. Quando estiver recuperada, voar\u00e1 e continuar\u00e1 o seu trabalho.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<div style=\"height:40px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sugerimos<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"mb-3 wp-block-heading\">Descobrir&#8230;<\/h4>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-5 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<div class=\"embed-responsive embed-responsive-16by9\">\n<iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/MQiszdkOwuU?controls=0\" title=\"YouTube video player\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\">\n<\/iframe>\n<\/div>\n\n\n\n<p class=\"pt-2 mb-3 text-center\"><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=MQiszdkOwuU\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A beleza da poliniza\u00e7\u00e3o (The beauty of Pollination &#8211; Moving art)<\/a><\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-vertically-aligned-center is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\"><\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"mt-3 wp-block-heading\">Viu, fotografou e quer saber qual \u00e9 a esp\u00e9cie?<\/h4>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.wilder.pt\/especies\/que-especie-e-esta-abelhao-bombus-pascuorum\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wilder<\/a> &amp; <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.biodiversity4all.org\/\" target=\"_blank\">Biodiversity4all<\/a><br>Sites que proporcionam a identifica\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies fotografadas<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Quer saber mais sobre as abelhas?<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"mt-4\">SITES<br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/abelha.org.br\/\" target=\"_blank\">A.B.E.L.H.A<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>PARA ESCOLAS<br><a href=\"https:\/\/www.cienciaviva.pt\/aprenderforadasaladeaula\/desafio1.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciencia Viva<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>PARA CRIAN\u00c7AS<br>F\u00e1bula ilustrada de Karthika Nair &amp; Jo\u00eblle Jolivet, J. <em>The honey hunter<\/em>. 2015<br><a href=\"https:\/\/vimeo.com\/76849166\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Le Tigre de Miel &#8211; Jo\u00eblle Jolivet &amp; Karthika Na\u00efr<\/a><br>(Tamb\u00e9m em Franc\u00eas) <em>Le tigre de miel. <\/em>H\u00e9lium \u00e9ditions, 2013<br>(Alem\u00e3o) <em>Der Honigdieb. <\/em>Gestalten, 2014<br>(Bengali) <strong>\u09ae\u09a7\u09c1 \u09b6\u09bf\u0995\u09be\u09b0\u09bf <\/strong>2015<br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"mt-2\">VIDEOS<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-6 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<div class=\"embed-responsive embed-responsive-16by9\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/n5udBqq3qYg?controls=0\" title=\"YouTube video player\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\"><\/iframe>\n<\/div>\n\n\n\n<p class=\"pt-2 mb-3 text-center\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=n5udBqq3qYg\" target=\"_blank\">O que est\u00e1 a acontecer \u00e0s abelhas?<\/a> (em Espanhol)<\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<div class=\"embed-responsive embed-responsive-16by9\">\n<iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Qjs5dc8TSus?controls=0\" title=\"YouTube video player\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\"><\/iframe>\n<\/div>\n\n\n\n<p class=\"pt-2 mb-3 text-center\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Qjs5dc8TSus\" target=\"_blank\">Do ovo aos adultos<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<div class=\"embed-responsive embed-responsive-16by9\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/FyGioAuWqLE?controls=0\" title=\"YouTube video player\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\"><\/iframe>\n<\/div>\n\n\n\n<p class=\"pt-2 mb-3 text-center\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=FyGioAuWqLE\" target=\"_blank\">Como as abelhas (com e sem ferr\u00e3o) fazem o mel?<\/a><\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<div class=\"embed-responsive embed-responsive-16by9\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/5hlSaWDJUvE?controls=0\" title=\"YouTube video player\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\"><\/iframe><\/div>\n\n\n\n<p class=\"pt-2 mb-3 text-center\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Qjs5dc8TSus\" target=\"_blank\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=5hlSaWDJUvE\" target=\"_blank\">Viagem ao mundo das abelhas do mel<\/a><\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<div class=\"embed-responsive embed-responsive-16by9\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/bXRm6S6aDfo?controls=0\" title=\"YouTube video player\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\"><\/iframe><\/div>\n\n\n\n<p class=\"pt-2 mb-3 text-center\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=bXRm6S6aDfo\" target=\"_blank\">A maior abelha do mundo<\/a><\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<div class=\"embed-responsive embed-responsive-16by9\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/u64M3jEBaKU?controls=0\" title=\"YouTube video player\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\"><\/iframe><\/div>\n\n\n\n<p class=\"pt-2 mb-3 text-center\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=5hlSaWDJUvE\" target=\"_blank\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=u64M3jEBaKU\" target=\"_blank\">A menor abelha do mundo<\/a><\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<div class=\"embed-responsive embed-responsive-16by9\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/GE9kgegy0EE?controls=0\" title=\"YouTube video player\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\"><\/iframe>\n<\/div>\n\n\n\n<p class=\"pt-2 mb-3 text-center\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=GE9kgegy0EE\" target=\"_blank\">Diferentes tipos de abelhas do mel<\/a> (em Ingl\u00eas)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\"><\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:80px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>imagem de capa&nbsp;<strong><a href=\"https:\/\/www.pexels.com\/es-es\/@erik-karits-2093459?utm_content=attributionCopyText&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=pexels\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Erik Karits<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<ol class=\"text-muted wp-block-list\"><li>Cerca de 70% das plantas do mundo precisa de polinizadores, tendo em conta o total de esp\u00e9cies de plantas conhecidas pela ci\u00eancia (374.000 at\u00e9 2016), sendo que 258.460 delas s\u00e3o plantas com flores e que 87,5% destas depende em alguma medida de animais para a sua poliniza\u00e7\u00e3o. <br>Dados e estimativas de: Ollerton, J., Winfree, R, &amp; Tarrant, S. (2011). <em><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/epdf\/10.1111\/j.1600-0706.2010.18644.x\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/epdf\/10.1111\/j.1600-0706.2010.18644.x\" target=\"_blank\">How<\/a><a href=\"https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/epdf\/10.1111\/j.1600-0706.2010.18644.x\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/epdf\/10.1111\/j.1600-0706.2010.18644.x\"> many flowering plants are pollinated by animals?<\/a><\/em> Oikos 120:321-326. e Christenhusz, M.J.M &amp; Byng, J.W. (2016).<em> <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.biotaxa.org\/Phytotaxa\/article\/view\/phytotaxa.261.3.1#:~:text=We%20have%20counted%20the%20currently,74%2C273%3B%20eudicots%3A%20210%2C008]\" target=\"_blank\">The number of known plants species in the world and its annual increase.<\/a><\/em> Phytotaxa, [S.l.], v. 261, n. 3, p. 201\u2013217, may 2016.1179-3163.<\/li><li>Molina, C &amp; Bartomeus, I. (2019). <em>Gu\u00eda de campo de las abejas de Espa\u00f1a<\/em>. Castell\u00f3n: Tundra..p:23.<\/li><li>Dillon M.E. &amp; Dudley, R. (2014). <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/260117939_Surpassing_Mt_Everest_Extreme_flight_performance_of_alpine_bumble-bees\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/260117939_Surpassing_Mt_Everest_Extreme_flight_performance_of_alpine_bumble-bees\" target=\"_blank\"><em>Surpassing Mt Everest: Extreme flight performance of alpine bumble-bees.<\/em><\/a> Biol. Lett. 10 (2):20130922<\/li><li>Kovac, H. et al (2014). Metabolism and upper thermal limits of Apis mellifera carnica and A. m. ligustica. <em>Apidologie<\/em>. 2014; 45(6): 664\u2013677.<\/li><li>Southwick, E.E. &amp; Heldmaier, G. (1987). Temperature control in Honey Bee Colonies<em>.<\/em> <em>BioScience<\/em> 37 (6):395-399.<\/li><li>\u00cddem Ref. 5<\/li><li>Bosmans, M et al. (2018). <em><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/30359366\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/30359366\/\" target=\"_blank\">Habitat-specific variation in gut microbial communities and pathogen prevalence in bumblebee queens (Bombus terrestris).<\/a><\/em> PLoS ONE 13(10): e0204612.<\/li><li>Ke\u0161nerov\u00e1, L.et al. (2020). <em><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41396-019-0568-8\" target=\"_blank\">Gut microbiota structure differs between honeybees in winter and summer.<\/a><\/em> ISME J. 14, 801-814.<\/li><li>Dorey, JB, Fagan-Jeffries, EP, Stevens, MJ &amp; Schwarts, MP. (2020). <em><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/jhr.pensoft.net\/article\/57308\/\" target=\"_blank\">Morphometric comparisons and novel observations of diurnal and low-light-foraging bees.<\/a><\/em> Journal of Hymenoptera Research 79:117-144.<\/li><li>Orr et al., Global Patterns and Drivers of Bee Distribution, Current Biology (2020) <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.cub.2020.10.053\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.cub.2020.10.053\" target=\"_blank\">link<\/a><\/li><li>Buchman, S. <em><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.fs.fed.us\/wildflowers\/pollinators\/pollinator-of-the-month\/perdita_minima.shtml\" target=\"_blank\">Perdita minima <\/a>&#8211; \u201cWorld&#8217;s smallest bee\u201d<\/em>. USDA. <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/335373467_The_Sonoran_Desert\" target=\"_blank\">link<\/a><\/li><li>Bolt, C. (2019). <em><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.globalwildlife.org\/blog\/rediscovering-wallaces-giant-bee-in-search-of-raja-ofu-the-king-of-bees\/\" target=\"_blank\">Rediscovering Wallace\u2019s Giant Bee.<\/a><\/em> Global Wildlife Conservation.<\/li><li>Herrera, C.M. em: Molina, C &amp; Bartomeus, I. (2019). <em>Gu\u00eda de campo de las abejas de Espa\u00f1a<\/em>. Castell\u00f3n: Tundra. p: 13-15.<\/li><li>Molina, C &amp; Bartomeus, I. (2019). <em>Gu\u00eda de campo de las abejas de Espa\u00f1a<\/em>. Castell\u00f3n: Tundra..p: 23.<\/li><li>Molina, C &amp; Bartomeus, I. (2019). <em>Gu\u00eda de campo de las abejas de Espa\u00f1a<\/em>. Castell\u00f3n: Tundra..p: 27.<\/li><li>Michener, C.D. &amp; Grimaldi, D.A. (1988). <em><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/7185775_The_Oldest_Fossil_Bee_Apoid_History_Evolutionary_Stasis_and_Antiquity_of_Social_Behavior\" target=\"_blank\">The Oldest Fossil Bee: Apoid history, evolutionary stasis, and antiquity of social behavior.<\/a><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/\" target=\"_blank\"> <\/a><\/em>Proceedings of the National Academy of Sciences 85(17):6424-6<\/li><li>Michener, C.D. (2007). <em>The bees of the World<\/em>. John Hopkins Press.<\/li><li>Danforth, B.N, Minckley, R.L. &amp; Nef, J.L. (2019). <em>The Solitary Bees: Biology, Evolution, Conservation<\/em>. Princeton University Press. p. 25<\/li><li>Michener, C.D. (2007). <em>The bees of the World<\/em>. John Hopkins Press.<\/li><li>National Research Council. (2007). <em><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nap.edu\/catalog\/11761\/status-of-pollinators-in-north-america\" target=\"_blank\">Status of Pollinations in North America.<\/a><\/em><\/li><li>Imperatriz-Fonseca, V.L et al. (Orgs). (2012). <em><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.livrosabertos.edusp.usp.br\/edusp\/catalog\/book\/8\" target=\"_blank\">Polinizadores no Brasil: contribui\u00e7\u00f5es e perspectivas para a biodiversidade, uso sustent\u00e1vel, conserva\u00e7\u00e3o e servi\u00e7os ambientais.<\/a> <\/em>S\u00e3o Paulo: EDUSP. p 19<\/li><li>Molina, C &amp; Bartomeus, I. (2019). <em>Gu\u00eda de campo de las abejas de Espa\u00f1a<\/em>. Castell\u00f3n: Tundra..p: 35<\/li><li>Algumas indica\u00e7\u00f5es baseiam-se em: Menkhoff, I. &amp; Jutta, G. (2014). <em>El gran libro de las abejas<\/em>. Fackeltr\u00e4ger. 320 p.<\/li><li>Danforth, B.N, Minckley, R.L. &amp; Nef, J.L. (2019). <em>The Solitary Bees: Biology, Evolution, Conservation.<\/em> Princeton University Press. p. 25<\/li><li><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/abelha.org.br\/curiosidades\/\" target=\"_blank\">https:\/\/abelha.org.br\/curiosidades\/<\/a><\/li><\/ol>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Elas s\u00e3o a maioria entre os animais polinizadores que garantem a reprodu\u00e7\u00e3o de 70% de todas as plantas do mundo. <\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":783,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[64,63],"tags":[40,32,41,21,18,37,47,48,42,36,45,9,12,49,43,38,33,35,46,34],"class_list":["post-283","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-especies-do-mes","category-polinizadores","tag-abelhas-do-mel","tag-abelhas-grandes","tag-apis-mellifera","tag-artigos-cientificos","tag-biodiversidade","tag-bombus-sp","tag-conservacao-das-abelhas","tag-conservacao-de-polonizadores","tag-declinio-das-abelhas","tag-declinio-dos-insetos","tag-divulgacao-cientifica","tag-educacao-ambiental","tag-estudos-cientificos","tag-mamangavas","tag-mapa-da-biodiversidade","tag-polinizacao","tag-polinizadores","tag-relacao-entre-pessoas-e-insetos","tag-relacoes-de-mutualismo","tag-xylocopa-sp"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/eko-kya.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/especie_do_mes_bombus.jpg?fit=1440%2C840&ssl=1","jetpack-related-posts":[{"id":1090,"url":"https:\/\/eko-kya.net\/blog\/vozes-da-floresta\/","url_meta":{"origin":283,"position":0},"title":"Vozes da floresta","author":"Team Eko-Kya","date":"16\/03\/2021","format":false,"excerpt":"Com os nossos sentidos n\u00e3o conseguimos ouvi-las, mas as plantas comunicam entre elas1, assim como os animais2. 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